23 de janeiro de 2008

Manifesto do MOVIMENTO CIDADÃO Por uma POLÍCIA CIDADÃ

A sociedade civil organizada, representada por diversas entidades e movimentos, reunida no auditório do Campus da Universidade Estadual do Maranhão – UEMA, em Imperatriz no dia 22 de janeiro de 2008, vem manifestar perante a população e aos Poderes Constituídos o seu repúdio às arbitrariedades cometidas por membros da Polícia Maranhense (Cívil e Militar) no decorrer dos últimos tempos.

Estas instituições que têm por missão garantir a segurança da sociedade dentro das normas legais, infelizmente na cidade de Imperatriz se encontram sob a acusação de abuso de autoridade. Um deles trata-se do espancamento de um mendigo em plena via pública, no centro da cidade. Agora, na madrugada do último dia 19 de janeiro, sábado, escreveu mais uma página obtusa de sua história.

Em uma situação de evidente violação dos direitos e garantias individuais previstos na legislação do País, policiais militares invadiram, sem qualquer motivo aparente, propriedade privada sem mandado judicial e na inexistência de quaisquer motivações previstas na norma constitucional após o término da “Calourada 2008”, passaram a agredir – verbal, moral e fisicamente – vários alunos e um professor, culminando com a prisão do professor Siney Ferraz e do estudante do curso de Biologia, Eiderson Silva Cabral, sob a acusação de desacato à autoridade.

A festa estava sendo realizada em conformidade com a legislação vigente, contando com as devidas autorizações dos órgãos competentes. Não ocorreram brigas ou confusões durante o evento e os participantes que ainda encontravam-se no local ajudavam, no momento do fato, a desmontar a estrutura e aguardavam o término da chuva que ainda caía para retornarem às suas casas.

Ainda sem qualquer justificativa os policiais militares chamaram reforços, bloquearam o acesso à Delegacia Regional de Imperatriz com viaturas e, com o apoio de policiais civis, ameaçaram com armas em punho e agrediram os estudantes que tentavam denunciar o abuso de autoridade.

Agressões físicas aos estudantes da UEMA, ao professor Siney e até a um cadeirante aluno da UFMA, foram cometidas por integrantes da Polícia Militar e da Polícia Cívil causando inclusive danos materiais.

O Governo do Estado do Maranhão apregoa aos quatro ventos o pioneirismo na implantação da Secretaria de Segurança Cidadã e o histórico incremento no efetivo policial; informatização das delegacias e aparelhamento das forças de segurança pública.

Onde está a “segurança cidadã” quando as instituições que deveriam garanti-la violam os direitos fundamentais do cidadão e da cidadã? De que servem os computadores que modernizam as delegacias de polícia do Estado se as instituições policiais vetam o acesso do cidadão e da cidadã aos mesmos, para denunciar a violação de sua dignidade? Qual a utilidade de viaturas e armamentos novos se os mesmos são utilizados em prejuízo à sociedade? Qual a função de mil novos policiais se estes são treinados para reproduzir atos de violência gratuita, como se estivessem em cenas cinematográficas?
A barbárie promovida pelo aparelho do Estado é um fato deplorável, digno do repúdio e da condenação por parte da sociedade.

20 de janeiro de 2008

Em nove dos 26 estados brasileiros, o prefeito da capital recebe salário superior ao do governador

Fonte: G1
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Além disso, 24 desses prefeitos recebem salário superior ao do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que desde 2003 ganha R$ 8,9 mil. Dentre os 27 governadores, 26 ganham mais que o presidente.
De acordo com as informações das câmaras municipais, em Belo Horizonte (MG), Cuiabá (MT), Fortaleza (CE), Manaus (AM), Porto Alegre (RS), Porto Velho (RO), Recife (PE), Rio de Janeiro (RJ) e São Luís (MA), os prefeitos têm subsídios maiores que os dos governadores.
A maior diferença salarial entre o governador e o prefeito da capital do estado está no Maranhão, onde o governador Jackson Lago (PDT) recebe R$ 13 mil e o prefeito de São Luís, Tadeu Palácio (PDT), R$ 19,1 mil. As assessorias do governador e do prefeito informaram que eles não quiseram comentar a diferença salarial.

Em Minas Gerais, o governador Aécio Neves (PSDB) recebe R$ 5,4 mil a menos que o prefeito de Belo Horizonte, Fernando Pimentel (PT). O tucano tem um subsídio de R$ 10,5 mil, contra R$ 15,9 mil do petista.

No Recife, caso o reajuste de 46,35% seja mantido para o prefeito (seu salário foi elevado para R$ 14,6 mil), João Paulo (PT) também terá vencimento bem superior ao do governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), que recebe R$ 9 mil. Mas o petista disse que só vai aceitar aumento de 20% (para R$ 12 mil).

O Ceará, onde o PSB governa o estado e o PT a Prefeitura de Fortaleza, o quadro semelhante ao de Pernambuco. O governador Cid Gomes tem vencimentos de R$ 10,27 mil, enquanto a prefeita da capital, Luizianne Lins (PT), recebe R$ 12,9 mil.

A remuneração do governador de Mato Grosso, Blairo Maggi (PR), é de R$ 11 mil e a do prefeito de Cuiabá, Wilson Santos (PSDB), R$ 14,3 mil. No Rio Grande do Sul, a governadora Yeda Crusius (PSDB) ganha R$ 7,1 mil e o prefeito de Porto Alegre, José Fogaça (PPS), R$ 10,7 mil.

Em Rondônia, Rio de Janeiro e Amazonas, as diferenças salariais entre o prefeito da capital e o governador são pequenas. No caso de Rondônia, o salário do governador Ivo Cassol (PPS) é de R$ 12,3 mil e o do prefeito de Porto Velho, Roberto Sobrinho (PT), R$ 13 mil.

No Rio de Janeiro, Sérgio Cabral (PMDB) recebe R$ 12,76 mil e o prefeito da capital, César Maia (PFL), R$ 13,42 mil. No Amazonas, o governador Eduardo Braga (PMDB) ganha R$ 17 mil e o prefeito de Manaus, Serafim Corrêa (PSB), R$ 18 mil.
Legal
De acordo com o especialista em direito constitucional e professor da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), o advogado Luís Roberto Barroso, não é ilegal o prefeito ganhar mais que o governador ou mesmo que o presidente da República.
“Do ponto de vista jurídico, não há impedimento a que um prefeito receba mais do que o governador de seu estado ou o presidente. Essa é uma questão que se resolve no âmbito interno de cada unidade da federação, no exercício de sua autonomia”, afirmou.

Segundo o professor da UERJ, a Constituição estabelece um teto para a remuneração de todos os agentes públicos.
“Esse teto é o subsídio recebido pelos ministros do Supremo Tribunal Federal. A remuneração dos prefeitos, contudo, não é vinculada à dos governadores ou à do presidente da República”, disse.

Maior e menor
A diferença salarial entre os prefeitos das capitais chega a 234%, levando em conta a menor e a maior remuneração (a dos prefeitos tucanos Dário Berger, de Florianópolis, e Beto Richa, de Curitiba. Berger ganha R$ 8.174 e Richa, R$ 19.115).
Para o prefeito de Florianópolis, Dário Berger (PSDB), o salário “está muito aquém da realidade”.
“Sou uma pessoa que vive de forma bastante simples e não tem condições de extrapolar nada. Minha vida é bastante controlada, porque realmente o salário é muito pequeno”, disse o prefeito tucano, que, em entrevista ao G1, defende um teto para a função.
“Deveria haver uma regulamentação federal, que venha de cima para baixo e estabeleça um teto mínimo para os prefeitos das capitais, pois são inexplicáveis essas diferenças. Não se tem bom senso na definição de um valor justo para a importância do cargo”, afirmou Berger.
Além do prefeito de Florianópolis, Dário Berger (PSDB), apenas o de Salvador, João Henrique Carneiro (PDT), recebe salário inferior ao do presidente Lula.

Segundo a Câmara de Vereadores da capital baiana, o pedetista tem vencimentos de R$ 8.586. Dos 26 prefeitos de capitais de estado, sete recebem R$ 15 mil ou mais.

CONHEÇA OS SALÁRIOS DOS GOVERNADORES

Governador Salário bruto (em R$)
Paraná Roberto Requião (PMDB) 24,5 mil
Tocantins Marcelo Miranda (PMDB) 22,1 mil*
Acre Binho Marques (PT) 22,1 mil
Mato Grosso do Sul André Puccinelli(PMDB) 22,1 mil
Sergipe Marcelo Déda (PT) 22,1 mil
Amapá Waldez Góes (PDT) 22 mil
Roraima Ottomar Pinto (PSDB) 18,6 mil
Paraíba Cássio Cunha Lima (PSDB) 18,37 mil
Amazonas Eduardo Braga (PMDB) 17 mil
São Paulo José Serra (PSDB) 14,8 mil
Maranhão Jackson Lago (PDT) 13 mil
Goiás Alcides Rodrigues (PP) 12,8 mil
Rio de Janeiro Sérgio Cabral (PMDB) 12,76 mil
Distrito Federal José Roberto Arruda (PFL) 12,5 mil
Rondônia Ivo Cassol (PPS) 12,3 mil
Espírito Santo Paulo Hartung (PMDB) 12,16 mil
Rio Grande do Norte Wilma de Faria (PSB) 11,66 mil
Alagoas Teotônio Vilela (PSDB) 11,5 mil
Piauí Wellington Dias (PT) 11,44 mil
Pará Ana Júlia (PT) 11,44 mil
Mato Grosso Blairo Maggi (PR) 11 mil
Minas Gerais Aécio Neves (PSDB) 10,5 mil
Bahia Jaques Wagner (PT) 10,3 mil
Ceará Cid Gomes (PSB) 10,27 mil
Santa Catarina Luiz Henrique da Silveira (PMDB) 10 mil
Pernambuco Eduardo Campos (PSB) 9 mil
Rio Grande do Sul Yeda Crusius (PSDB) 7,14 mil

* Desde 2006, o governador de Tocantins, Marcelo Miranda (PMDB), vem recebendo 24 parcelas de R$ 5.911,14, que correspondem à diferença salarial não recebida de janeiro a dezembro de 2005 e que elevam seu subsídio para R$ 28 mil.

Para ganhar aumento, o presidente Luis Inácio Lula da Silva precisa da aprovação do Congresso. Embora tenha salário de 8 mil e 900 reais, que é menor que o dos deputados R$ 12,8 mil), o presidente possui um cartão de crédito corporativo sem limite de gastos, benefício de que não dispõem os governadores e parlamentares.
FONTE: G1

Conheça os gastos de verbas indenizatórias dos deputados federais

Cada um dos 513 deputados federais gastou, em média, R$ 155,195 mil de verba indenizatória no ano passado, segundo levantamento divulgado pela ONG Transparência Brasil. Cada deputado tem direito a R$ 15 mil por mês de verba extra.

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De acordo com o levantamento, os deputados de Mato Grosso utilizaram o menor valor, e os de Mato Grosso do Sul, o maior. Na média, os oito deputados mato-grossenses gastaram R$ 118,489 mil em 2007, contra R$ 168,137 mil dos oito sul-mato-grossenses.
Na seqüência, aparecem os 22 deputados do Ceará, que gastaram, em média, R$ 167,971 mil no primeiro ano da atual legislatura; os oito de Tocantins, com gasto médio de R$ 167,722 mil; os oito do Acre, com R$ 166,876 mil; e os oito de Sergipe, com R$ 166,720 mil.
Em média, cada um dos oito deputados de Rondônia utilizou R$ 166,456 mil de verba extra no ano passado. Já os 39 da Bahia gastaram, em média, R$ 165,495 mil; os oito de Roraima, R$ 165,158 mil; os oito do Amapá, R$ 164,620 mil; e os 16 de Santa Catarina, R$ 163,283 mil.
Cada um dos 70 deputados de São Paulo, maior bancada da Câmara, gastou, em média, R$ 142,302 mil em 2007 de verba indenizatória, segundo a ONG. Entre 53 parlamentares de Minas Gerais, o gasto médio foi de R$ 154,866 mil, e entre os 46 do Rio de Janeiro; de R$ 154,200 mil.
Além de Mato Grosso do Sul, São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro, deputados de outros cinco estados tiveram gasto médio inferior à média geral -Paraíba (R$ 138.335), Alagoas (R$ 141.192), Distrito Federal (R$ 142.946), Espírito Santo (R$ 143.894) e Pernambuco (R$ 149.768).
Nos demais estados, o gasto médio dos parlamentares foi o seguinte: Amazonas (R$ 162.483), Goiás (R$ 163.394), Maranhão (R$ 155.921), Pará (R$ 162.304), Piauí (R$ 158.723), Paraná (R$ 157.793), Rio Grande do Norte (R$ 156.418) e Rio Grande do Sul (R$ 156.258).
De acordo com a Câmara, a verba indenizatória destina-se, por exemplo, ao ressarcimento de gastos com aluguel, manutenção de escritórios, locomoção, combustíveis, lubrificantes, contratação de consultorias e assessorias.
Além de R$ 15 mil de verba indenizatória, cada deputado recebe salário de R$ 16.512,09, R$ 3 mil de auxílio-moradia ou apartamento funcional, R$ 50.815,00 de verba de gabinete, R$ 4.268,00 para telefones e correios, verba aérea (varia de R$ 4,2 mil a R$ 16,9 mil) e mais dois salários, um no início do ano e outro no final, como ajuda de custo.

Presença
Segundo a Transparência Brasil, a média de faltas nas sessões plenárias na Câmara dos Deputados foi de 12% em 2007. Entre os estados, considerando as faltas justificadas ou não, Rio Grande Norte teve o maior índice de ausências (18,9%), seguido pelo Acre (17,6%) e Rio Grande do Sul (16,3%).
O Piauí totalizou 16,1% de faltas no ano passado. Na seqüência, vêm Amazonas (16%), Amapá (15,5%), Pernambuco (15%), Paraíba (14,3%), Paraná (13,5%), Roraima (13,4%), Espírito Santo (13%), Minas Gerais (12,8%), Sergipe (12,5%), Pará (12%), São Paulo (11,7%) e Bahia (11,6%).
O Distrito Federal teve o menor percentual de faltas em 2007 (6,1%). Depois, aparecem Mato Grosso do Sul (8,9%), Goiás (9,4%), Tocantins (9,8%), Ceará (10,1%), Rio de Janeiro (10,2%), Santa Catarina (10,4%), Maranhão (10,8%), Rondônia (11%), Mato Grosso (11%) e Alagoas (11,4%).

12 de janeiro de 2008

Associação comercial repudia declarações de Décio Sá

A Associação Comercial e Industrial de Imperatriz – ACII divulgou neste sábado,12 uma nota onde repudia declarações do jornalista Décio Sá, do jornal O Estado do Maranhão.
No documento o presidente da ACII Gilson de Sousa Kyt lamenta que pessoas de regiões mais distantes e da capital do Estado São Luis, julguem equivocadamente a cidade de Imperatriz e considera tais opiniões, resultado de um alto grau de desinformação.
A nota é uma resposta da Associação Comercial e Industrial a comentários feitos pelo jornalista, considerados ofensas ao presidente do Comitê Central pró-criação do Estado do Maranhão do Sul e secretário de Desenvolvimento do Sul do Maranhão, Fernando Antunes.
Abaixo a íntegra da nota

ACII repudia bairrismo
Imperatriz tem sido alvo de interpretações e julgamentos equivocados, principalmente por pessoas de regiões mais distantes que imaginam aqui existir uma terra de ninguém, um deserto que levaria “do nada a lugar nenhum...”
Trata-se de fato extremamente lamentável, considerando-se que reflete alto grau de desinformação, verificado em regiões mais desenvolvidas do Brasil, onde se supõe deveria haver mais elevado nível de cultura e civilidade.
Mais lastimável, ainda, é observar-se esse tipo de postura entre maranhenses, na maioria das vezes da Capital e adjacências, onde, num misto de ignorância e bairrismo, ainda concebem Imperatriz como a periferia do Estado.
Exemplo disso foi a atitude deselegante, se não desrespeitosa, de jornalista desconhecido na cidade para com o empresário Fernando Teles Antunes, um dos mais autênticos representantes da sociedade imperatrizense.
Ante essa situação, a Associação Comercial e Industrial de Imperatriz não poderia deixar de registrar o seu repúdio a posicionamentos que negam os próprios termos em que se propõem, visto que flagrantemente antiéticos.
O presidente da entidade, Dr. Gilson de Souza Kyt, manifesta indignação ao menoscabo de toda uma comunidade, liderada por empreendedores responsáveis pela construção de uma das economias mais dinâmicas do País.
O presidente do Comitê Central Pró-Maranhão do Sul, também secretário extraordinário do Desenvolvimento do Sul do Maranhão, representa persona especialmente grata no meio empresarial, político e social tocantino.
Convém salientar, aliás, que foi da pluralidade cultural de Imperatriz, associada às condições geográficas e potencialidades econômicas, que se gestou o pólo abastecedor de toda uma região, apesar da crônica omissão oficial.
Mais que Cidadão Imperatrizense reconhecido pela Câmara Municipal, o empresário Fernando Teles Antunes, também condecorado com a Comenda Frei Manoel Procópio do Coração de Maria, identifica-se com a causa regional.
A um mês de completar 36 anos em Imperatriz, o empresário vem desempenhando com proficiência a função de embaixador sul-maranhense junto ao Governo do Estado, prática democrática nunca antes verificada na cidade.
Imbuído dessa missão, o líder do movimento emancipacionista não só desenvolve atuação articulatória em prol da interiorização do desenvolvimento como exerce papel fiscalizador das obras e serviços públicos em execução.
Atualmente, quando se anuncia mais um ciclo de crescimento – econômico, cultural e social – na região, a comunidade imperatrizense, devidamente representada em nível estadual, recusa prontamente concepções injuriosas.

9 de janeiro de 2008

Lançamento de selo do Maranhão do Sul foi o marco de 2008 na luta pelo no Estado

Depois do lançamento do selo do Maranhão do Sul em Imperatriz, o Comitê Central pretende lançá-lo também em outros municípios, “desta forma o selo será utilizados em cada uma das 49 cidades do Maranhão do Sul e, consequentemente, a divulgação do projeto será bem maior”, disse Fernando
Antunes, acrescentando que o povo do sul do Maranhão deve usar o selo no envio de cartas.
O lançamento do selo foi uma ação conjunta do Comitê Central, Ministério das Comunicações e da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos.
O lançamento do selo postal em comemoração aos 07 anos de fundação do Comitê Central pró-criação do Estado do Maranhão do Sul foi um marco na luta pela criação do novo Estado no ano de 2007, avalia Antunes.
Entenda: O Ministério das Comunicações e a Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos lançam selos personalizados com o objetivo de homenagear e divulgar os vultos históricos, as instituições, datas comemorativas e importantes projetos sociais, registrando assim a importância dos movimentos que ajudam a construir a história do nosso país.
A importância do Selo
O gerente operacional dos Correios da Região Tocantina, Sérgio Smith disse que o lançamento do selo postal torna possível que a história da criação deste novo Estado seja contada de maneira honrosa e detalhada por meio do poder perpetuador da filatelia, que é a arte de colecionar e pesquisar os selos emitidos pelos Correios.

2008 será de conquistas para o Maranhão do Sul, afirma Antunes



Foto de Agamenon Pedrosa
O ano de 2008 será muito bom na luta pela criação do Estado do Maranhão do Sul.
A previsão é do presidente do Comitê Central pró-criação do Estado do Maranhão do Sul, Fernando Antunes, (foto a direita).
Ele disse que para este ano , o Comitê Central prepara uma agenda de visitas aos municípios incluídos no projeto de criação do novo estado que até então receberam um conteúdo de informações inferior às cidades da região Tocantina.
Antunes informou que os próximos municípios a serem visitados serão Pastos Bons, Nova Iorque e Mirador.
Durante as visitas, além de um levantamento da situação econômica e de demandas a serem transformadas em projetos para execução pelo Governo do Estado, os membros do Comitê farão palestras e seminários sobre o Maranhão do Sul.
Pastos Bons, Nova Iorque e Mirador serão visitados no ultimo fim de semana de janeiro.
Na foto de Agamenon Pedrosa a Igreja de Santo Antonio em Nova Iorque.