29 de novembro de 2007

Solidariedade ao povo venezuelano

Fonte Adital -
A autodeterminação dos povos e o respeito à soberania nacional inspiram as organizações brasileiras abaixo assinadas a se solidarizarem com o plebiscito em curso na Venezuela, convocado com legitimidade pelas autoridades e instituições democraticamente constituídas pelo voto popular, a partir de um amplo processo de debate em todo o país, desde os bairros populares ao poder legislativo.
Repudiamos a notória campanha de propaganda articulada internacionalmente pelo grande capital contra a Venezuela, baseada na mentira e na manipulação, com o objetivo de desestabilizar seu governo e o processo de mudanças progressistas majoritariamente respaldado pelo seu povo. Esta torpe campanha coloca em relevo a necessidade de aprofundarmos a luta pela democratização dos meios de comunicação.

A classe dominante brasileira, através de seus partidos e da maioria dos órgãos de informação, que só veiculam o pensamento único neoliberal, participa ativamente desta campanha golpista contra o processo revolucionário venezuelano, pois sabe que, no plebiscito do próximo dia 2 de dezembro, trava-se importante batalha, em âmbito mundial, e em particular na América Latina, na luta contra o imperialismo e por um mundo igualitário, sem miséria nem exploração.

A vitória do SIM naquela legítima consulta popular assusta a todos aqueles que querem manter intactos os seus privilégios, à custa da miséria da maioria da população mundial.

Assim sendo, conclamamos o povo, o governo e as instituições brasileiras a se manifestarem pelo respeito à vontade majoritária dos nossos irmãos venezuelanos e à sua determinação de contribuir para a integração soberana da América Latina.

Rio de Janeiro, 22 de novembro de 2007

* Assinam:

PCB - Partido Comunista Brasileiro
PCdoB - Partido Comunista do Brasil
PCR - Partido Comunista Revolucionário
PDT - Partido Democrático Trabalhista
PH - Partido Humanista
PSB - Partido Socialista Brasileiro
PSOL - Partido Socialismo e Liberdade
PT - Partido dos Trabalhadores
Casa da América Latina
Centro Cultural Antonio Carlos de Carvalho
Comitê de Solidariedade à Luta do Povo Palestino
Círculos Bolivarianos Leonel Brizola
Corrente Comunista Luiz Carlos Prestes
Federação das Associações de Moradores do RJ
Movimento dos Trabalhadores sem Terra (MST)

Corrupção, segurança e discriminação preocupam jovens brasileiros

Fonte Adital -
O Brasil tem 17,9 milhões de habitantes entre 15 e 19 anos. Muito além de festas e diversão, esses jovens estão sintonizados com a necessidade de valorização da educação, a criação de novos empregos, o combate à corrupção, o repúdio ao racismo e a urgência de deter a escalada da violência. Prova disso revela-se nos dados apresentados pela pesquisa "Adolescentes e jovens do Brasil: participação social e política", lançada hoje (28) pelo Fundo das Nações Unidas (UNICEF), Fundação Itaú Social e o Instituto Ayrton Senna.
A pesquisa foi realizada em âmbito nacional e foi aplicada entre 3.010 jovens adolescentes moradores de capitais e do interior de todas as regiões. Os pesquisados eram pessoas de diferentes níveis de escolaridade, renda e raça, que estão ou não inseridos no mercado de trabalho. O questionário foi aplicado também a 210 jovens adolescentes indígenas de 15 municípios brasileiros. Para a pesquisa qualitativa, também foram ouvidos 42 adolescentes de oito capitais e duas cidades do interior, e organizados dez grupos de discussão com jovens que já exerceram algum tipo de liderança.

Segundo a pesquisa, ao responder a questão sobre qual seria o fator responsável pelos problemas sociais do Brasil, os entrevistados indicam em primeiro lugar a corrupção política (27%); em segundo, a discriminação racial (17%); e em terceiro, a falta de segurança (15%). Na região onde moram, 57% dos adolescentes sentem-se insatisfeitos ou muito insatisfeitos em relação à segurança pública. Entre 28% deles, o tráfico de drogas é a forma de violência mais evidente. Outros itens de extrema relevância social também foram mencionados, como o desemprego (7%) e a pobreza/fome/miséria (6%).

Já entre os jovens indígenas, a principal preocupação apontada foi praticamente esquecida pelos outros grupos: a falta de interesse do povo pela proteção do meio ambiente. Um total de 9% dessa população, em comparação à média de 4% no geral, ressaltou a questão do meio ambiente como problema social enfrentado pelo país. Quando solicitados a apontar três itens referentes aos problemas sociais do país, esse número sobe para 26% entre os indígenas, em uma média de 15% dos entrevistados em geral.

O desenvolvimento da pesquisa teve como objetivo contribuir com as ações de promoção dos direitos dessa população e estimular um processo participativo de jovens adolescentes na sociedade. Dados da pesquisa a revelam a percepção de diferentes grupos em relação ao que consideram questões prioritárias para o desenvolvimento do país e apontam caminhos importantes para a formulação e implementação de políticas públicas que envolvem a faixa etária entre 15 e 19 anos.

Apesar dos problemas apontados, os jovens destacam que faltam referências positivas sobre como efetivamente participar e mudar a história, seja no âmbito da família, da escola, da comunidade ou em relação à política, esporte, lazer e cultura. Eles atribuem à sociedade em geral, mais do que ao próprio jovem a responsabilidade por essa falta de participação.

De acordo com dados da pesquisa, a discriminação entre os jovens está ligada ao nível educacional dos mesmos. Um total de 41% dos entrevistados com formação até a 4ª série do ensino fundamental sente-se discriminado. Entre os que têm escolaridade da 5ª a 8ª série, a porcentagem chega a 35%. Esse número é reduzido para 28% entre os que estão no ensino médio ou superior. Quando perguntados sobre os motivos por que deixaram a escola, os três principais motivos que explicam a evasão são: precisar trabalhar (24%); gravidez (13%); e dificuldade financeira (9%).

De acordo com os dados da pesquisa, os jovens adolescentes brasileiros parecem estar mais conscientes sobre suas vulnerabilidades e sobre a importância de aumentar seu autocuidado e sua autoproteção. A dependência de drogas (28%) e a Aids (26%) são citados como os problemas de saúde mais críticos para os entrevistados. As doenças sexualmente transmissíveis (9%) e o alcoolismo (7%) também são mencionados. Os que demonstram insatisfação com as políticas de saúde são 54% dos entrevistados.

Para os jovens, a geração de renda pelo trabalho é a solução para a desigualdade social. Quatro em cada 10 entrevistados se referem ao aumento de postos de trabalho ou empregos para reduzir as desigualdades. Quem mais reivindica essa medida são os entrevistados da região Nordeste (50%), justamente onde o desemprego é maior.

Para acessar o documento completo clicar: http://www.unicef.org/brazil/voz2007.pdf

TV digital: Entenda como funciona e o que vai melhorar



Melhora no som, qualidade da imagem e enquadramento. Essas são as principais novidades do novo modelo de transmissão digital da TV no Brasil. Apesar de a grande maioria ainda não ter acesso aos aparelhos conversores do analógico para o digital, a estréia acontecerá no dia 2, inicialmente para a cidade de São Paulo. O presidente Lula fará um pronunciamento nacional, às 20h30, para abrir formalmente a nova era na telinha. Deverá durar aproximadamente 12 minutos. Após o discurso, as redes começam a transmitir de forma oficial o conteúdo em alta definição. A maioria delas atuava em sistema de testes.

A Bandeirantes já havia gravado digitalmente a novela "Dance, Dance, Dance". Neste domingo, a emissora começará as transmissões com o futebol, em jogo pelo Campeonato Brasileiro às 15h30. Após a cerimônia com Lula, a rede exibe parte do programa Raul Gil e show do cantor italiano Andréa Boecelli. Na segunda-feira, o jornalismo também adere à novidade, com destaque para o "Jornal da Band". O noticiário terá um novo cenário, de acordo com a demanda de qualidade da alta definição.

A Globo vai estrear novo quadro e cenários e o "Fantástico" será a primeira atração oficial em digital. Assim como a Band, a emissora já havia gravado novela em alta definição. De início, a expansão do novo formato deve atingir transmissão de futebol e filmes.

Na TV Record, a programação será o filme "Garfield" às 22 horas no "Tela Máxima". A Rede TV! vai entrar na digitalização com o programa "Pânico na TV", um dos melhores índices de audiência da casa.

Por fim, o SBT também vai apostar em filme. Vai exibir "Alexandre O Grande", com duração prevista de 3 horas.

Mais sobre a TV digital:

A TV digital é a nova tecnologia de televisão que, ao longo dos próximos anos, substituirá a atual televisão analógica. Com a TV digital, o telespectador vai ter em casa uma imagem perfeita e de alta definição (HDTV), com até cinco vezes a resolução atual, e som com qualidade de CD. A HDTV consiste num formato de vídeo com nitidez de imagem muito maior que a atual, contendo mais que o dobro de linhas existentes nos padrões.

27 de novembro de 2007

Bispo retoma jejum por arquivamento da transposição do São Francisco



Fonte Adital -
Às 9h30 da manhã de hoje (27), o bispo da diocese de Barra (BA), Dom Frei Luiz Flávio Cappio, reiniciou, na Capela de São Francisco, em Sobradinho (BA), ao pé da barragem da localidade, a greve de fome pelo arquivamento definitivo do projeto de transposição de águas do rio São Francisco e pela retirada do exército do eixo norte e do eixo leste do rio.
Em carta enviada ao presidente Lula, Dom Luiz recorda o compromisso firmado pelo governo, em outubro de 2005, de suspender o processo de transposição e iniciar um amplo diálogo com a sociedade civil brasileira, na busca de alternativas para o desenvolvimento sustentável para todo o semi-árido, o que não foi cumprido.

O Rio São Francisco, que nasce em Minas Gerais, corta o estado da Bahia, passa por Pernambuco e divide a fronteira entre Sergipe e Alagoas, tem 2.800 km de extensão, mas suas reservas estão diminuindo e nesse momento se encontra com menos de 14% da sua capacidade. O jejum de Dom Luiz Cappio busca chamar a atenção para o estado de mingua em que se encontra o rio.

"Acredito que as forças interessadas no projeto usarão de todos os meios para
desmoralizar nossa luta e confundir a opinião pública. Mas quando Jesus se dispôs a doar a vida, não teve medo da cruz. Aceitou ser crucificado, pois este seria o preço a ser pago", disse, na carta, Dom Luiz.

Dessa vez, o bispo retoma o jejum e a oração e deixa claro que só irá suspendê-lo com a retirada do exército e o arquivamento projeto: "Não existe outra alternativa". No dia 22 de fevereiro deste ano, Dom Luiz Cappio protocolou no Palácio do Planalto um documento no qual solicitava a reabertura e continuidade do diálogo - que foi somente iniciado -, e que esse fosse verdadeiro, transparente e participativo.

A resposta do governo federal foi o início das obras de transposição pelo exército brasileiro; razão pela qual, o bispo acusa o presidente da República de ter enganado "a mim e toda a sociedade brasileira". Segundo dom Luiz, já existem propostas concretas dos movimentos sociais para garantir o abastecimento de água para toda a população do semi-árido: as Ações previstas no Atlas do Nordeste apresentada pela Agência Nacional de Águas (ANA) e as ações desenvolvidas pela Articulação do SemiÁrido (ASA).

A carta, na qual Dom Luiz Cappio comunica ao presidente Lula sua decisão de retomar seu jejum em defesa do São Francisco, foi protocolada, na mesma hora em que esse retomava a greve de fome, no Palácio do Planalto, em Brasília, por de Dom Tomás Balduíno, conselheiro permanente da CPT.

Há dois anos

Entre 26 de setembro e 6 de outubro de 2005, Dom Luiz Cappio passou 11 dias em jejum, em Cabrobó (PE), para protestar contra o Projeto de Transposição do Rio são Francisco. Após pressão popular, o presidente Lula enviou o então ministro Jaques Wagner para negociar o fim do jejum. A "greve de fome" foi encerrada mediante a assinatura de um acordo, no qual governo e sociedade deveriam discutir o projeto de transposição e elaborar alternativas a ele.

Estupro em prisão expõe o crescente abuso de mulheres



Fonte Adital -
As mulheres no Brasil são as vítimas ocultas de um sistema prisional em profunda crise que as expõe ao estupro e outras formas de maus-tratos, disse Tim Cahill, pesquisador da Anistia Internacional no Brasil. A declaração resultou das notícias relacionadas ao caso de uma jovem no estado do Pará (região Norte do país) que foi mantida numa cela com 20 homens por um mês e repetidamente abusada sexualmente.
"Nós recebemos abundantes informações acerca de mulheres detidas sofrendo abusos sexuais, tortura, recebendo cuidados de saúde precários e que estão submetidas a condições desumanas, mostrando que este caso está longe de ser um caso isolado, mas continuam sendo encobertos", disse Tim Cahill.

A despeito das mulheres representarem uma porcentagem pequena da população prisional no Brasil, seu número vem aumentando. Há uma necessidade aguda e urgente de que o Governo leve em conta suas necessidades, as quais são raramente atendidas.

O caso também realça as preocupações sobre o tratamento dispensado a jovens ilegalmente detidos junto com adultos no Brasil.

"Numa época em que algumas autoridades e os meios de comunicação estão em campanha pela redução da idade penal, este caso revela o quanto o Brasil está longe de assegurar padrões mínimos de proteção para seus jovens", disse Tim Cahill.

Embora a Anistia reconheça que as autoridades estaduais e federais agiram rapidamente neste caso, muitos outros permanecem desconhecidos ou não investigados. É essencial que as autoridades tomem medidas em relação a todos esses casos e não apenas no tocante àqueles que recebem ampla cobertura da imprensa nacional e internacional.

A Anistia Internacional pede à Governadora do Estado do Pará, Ana Julia Carepa, e às autoridades federais que investiguem as denúncias e levem os responsáveis à justiça, assegurando que a vítima e sua família recebam proteção efetiva; revisem urgentemente todo o sistema prisional para assegurar que as mulheres não sejam expostas a abusos de direitos humanos e para que os jovens não sejam ilegalmente mantidos junto com adultos.

Fonte: Anistia Internacional

Frade recebe ameaça de morte no Pará

No dia 18.10.07, chegaram informações na Policia Militar de Xinguara, que 3 pistoleiros estariam contratados para assassinar Frei Henri pelo valor de R$ 50.000,00. As fontes, as pessoas envolvidas e os detalhes comunicados mostram, na opinião da PM e da CPT de Xinguara, a procedência das informações e a seriedade das ameaças.
Em razão da sua atuação como advogado da CPT, na luta pela terra, no combate ao trabalho escravo, à impunidade e contra arbitrariedades policiais, Frei Henri des Roziers recebe há muito tempo, várias ameaças, que às vezes necessitou de proteção. Desde fevereiro de 2005, após o assassinato da Irmã Dorothy, por ordem do Governo Estadual, o religioso está sob a proteção da Policia Militar.

No entanto, diante do contexto em que se vive no Estado do Pará, marcado pela violência e pela impunidade, não faz sentido oferecer proteção policial aos ameaçados de morte se não são adotadas medidas eficazes para sequer concretizar as condenações judiciais referentes aos mandantes e executores de trabalhadores rurais.

Há tempo que nós da CPT insistimos com os responsáveis pela Segurança Pública do Estado do Pará, para que a policia investigue seriamente a origem das ameaças, realizando um trabalho preventivo para evitar as mortes. Todavia isto não tem sido prioridade para o Estado, pois é mais cômodo oferecer segurança policial para os casos de maior repercussão. No caso concreto é vale dizer que a CPT aguardou todo esse tempo sem tornar pública a denuncia esperando que a policia procedesse a investigação. No entanto, não recebemos até o momento informações concretas sobre os resultados.

Lembramos que no período de 1971 a 2006 foram registrados no Estado do Pará, 814 assassinatos no campo, dos quais 568 permanecem sem apuração. Os casos investigados resultaram em 92 processos criminais, mas apenas 22 julgamentos pelo Tribunal do Júri, todos com condenação - 16 pistoleiros e 06 mandantes. Porém dos mandantes condenados apenas 01 está preso, o que é um verdadeiro escândalo. Os demais se encontram em liberdade, estando 01 foragido, 02 recorreram a Brasília, 01 faleceu de morte natural e o outro foi indultado (perdoado) pela Justiça de Goiânia.

Lembramos que no Pará, no ano de 2006 tinham 118 pessoas ameaçadas de morte. Na própria região Sul do Pará, onde trabalha Frei Henri há condenados foragidos, destacando-se mais uma vez a impunidade, que tanto estimula a violência no campo.

Belém, 19 de novembro de 2007.

Dalva Barroso Cardoso
Comissão Pastoral da Terra - Regional PARÁ

José Batista Afonso
Comissão Pastoral da Terra Nacional

Cazuza: Uma inversão de valores

Psicóloga X Cazuza*

*
Uma psicóloga que escreveu algumas verdades.

Uma psicóloga que assistiu o filme Cazuza escreveu o seguinte texto:
'Fui ver o filme Cazuza há alguns dias e me deparei com uma coisa estarrecedora. As pessoas estão cultivando ídolos errados.
Como podemos cultivar um ídolo como Cazuza? Concordo que suas letras são muito tocantes, mas reverenciar um marginal como ele, é, no mínimo, inadmissível.
Marginal, sim, pois Cazuza foi uma pessoa que viveu à margem da sociedade, pelo menos uma sociedade que tentamos construir (ao menos eu) com conceitos de certo e errado. No filme, vi um rapaz mimado, filhinho de papai que nunca precisou trabalhar para conseguir nada, já tinha tudo nas mãos. A mãe vivia para satisfazer as suas vontades e loucuras.. O pai preferiu se afastar das suas responsabilidades e deixou a vida correr solta.
São esses pais que devemos ter como exemplo?
Cazuza só começou a gravar pois o pai era diretor de uma grande gravadora. Existem vários talentos que não são revelados por falta de oportunidade ou por não terem algum conhecido importante.
Cazuza era um traficante, como sua mãe revela no livro, admitiu que ele trouxe drogas da Inglaterra, um verdadeiro criminoso.
Concordo com o juiz Siro Darlan quando ele diz que a única diferença entre Cazuza e Fernandinho Beira-Mar é que um nasceu na zona sul e outro não.
Fiquei horrorizada com o culto que fizeram a esse rapaz, principalmente por minha filha adolescente ter visto o filme.
Precisei conversar muito para que ela não começasse a pensar que usar drogas, participar de bacanais, beber até cair e outras coisas fossem certas, já que foi isso que o filme mostrou.
Por que não são feitos filmes de pessoas realmente importantes que tenham algo de bom para essa juventude já tão transviada? Será que ser correto não dá Ibope, não rende bilheteria?
Como ensina o comercial da Fiat, precisamos rever nossos conceitos, só assim teremos um mundo melhor.
Devo lembrar aos pais que a morte de Cazuza foi consequência da educação errônea a que foi submetido.*
*Será que Cazuza teria morrido do mesmo jeito se tivesse tido pais ** que dissesem NÃO quando necessário?
Lembrem-se, dizer NÃO é a prova mais difícil de amor.
Não deixem seus filhos à revelia para que não precisem se arrepender mais tarde. A principal função dos pais é educar. Não se preocupem em ser amigo de seus filhos. Eduque-os e mais tarde eles verão que você foi a pessoa que mais os amou e foi, é, e sempre será, o seu melhor amigo, pois amigo não diz SIM sempre.'


Karla Christine
Psicóloga Clínica
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