26 de dezembro de 2007

População do Brasil chega a 183,9 milhões, revela IBGE

CIRILO JUNIOR
da Folha Online, no Rio

O Brasil tem atualmente 183,9 milhões de habitantes, confirmou nesta sexta-feira o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). O dado faz parte da pesquisa Contagem da População, feita em 5.435 municípios do país e divulgada anteriormente de forma preliminar. O último Censo, de 2000, apontava que o país tinha cerca de 169,8 milhões de habitantes.

O Sudeste ainda é a região mais populosa, com 77,8 milhões, seguido do Nordeste (51,5 milhões). Depois vem o Sul (26,7 milhões), Norte (14,6 milhões), e o Centro-Oeste (13,2 milhões).

O Estado mais populoso é São Paulo, com 39,8 milhões de habitantes. Minas Gerais vem em seguida, com 19,2 milhões; Rio de Janeiro (15,4 milhões), Bahia (14 milhões) e Rio Grande do Sul (10,5 milhões) completam a lista das unidades da federação mais populosas.

O menos populoso é Roraima (395,7 mil habitantes), seguido do Amapá (587,3 mil) e Acre (655,3 mil). Palmas, no Tocantins, ainda é a capital menos populosa do Brasil, com 178,3 mil habitantes.

O município de São Paulo mantém-se como o mais populoso do Brasil, com 10,9 milhões de habitantes. Por outro lado, Borá, no oeste paulista, é o menor, com 804 habitantes.

A contagem mostra que o Brasil tem 11.422 pessoas com 100 anos ou mais, das quais 7.950 são mulheres e 3.472 são homens. A Bahia é o Estado com mais habitantes acima dos 100 anos (1.877). Desse total, 1.305 são mulheres e 572 são homens.

São Luís, capital do Maranhão, é o município com maior população acima dos 100 anos, com 144 pessoas nessa faixa etária. Natal (RN), com 118 pessoas, e Maceió, com 93, completam essa lista.

22 de dezembro de 2007

17 de dezembro de 2007

Lançado o selo do Maranhão do Sul



Por Josafá Ramalho

O Ministério das Comunicações, a Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos e o Comitê Central pró-criação do Estado do Maranhão do Sul lançaram sábado, 15, no Schalom Haras Clube, o selo personalizado “Pró-criação do Estado do Maranhão do Sul”, que coloca em evidência a luta de uma região pela emancipação.

O Ministério das Comunicações e a Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos lançam selos personalizados com o objetivo de homenagear e divulgar os vultos históricos, as instituições, datas comemorativas e importantes projetos sociais, registrando assim a importância dos movimentos que ajudam a construir a história do nosso país.

O gerente operacional dos Correios da Região Tocantina, Sérgio Smith disse que o lançamento do selo postal torna possível que a história da criação deste novo Estado seja contada de maneira honrosa e detalhada por meio do poder perpetuador da filatelia, que é a arte de colecionar e pesquisar os selos emitidos pelos Correios.

O selo do Maranhão do Sul circulará no Brasil e no exterior, propagando, por meio de sua imagem e legenda o propósito de emancipação que originou sua criação.

O selo tem o fundo azul e destaca o mapa da nova Unidade Federativa e o Comitê Pró-Criação do Estado do Maranhão do Sul instituição que fomenta a luta pela criação do novo Estado.

Em seu trabalho de criação, o repórter fotográfico, José Vasconcelos utilizou arte do designe gráfico, para composição da imagem do selo personalizado “Pró-criação do Estado do Maranhão do Sul”.

O presidente do Comitê Central, Fernando Antunes, anunciou que cópias dos selos obliterados no sábado serão enviadas ao museu dos Correios no Rio de Janeiro, e também ficarão no arquivo do Comitê Central pró-criação do Estado do Maranhão do Sul.

Para a solenidade de obliteração foram convidadas lideranças de muitas entidades da sociedade civil, fizeram à obliteração do selo o presidente do Comitê Central Pró-criação do Estado do Maranhão do Sul Fernando Antunes, o deputado federal Sebastião Madeira PSDB – MA autor do projeto que tramita na Câmara dos Deputados, o bispo de Imperatriz Dom Gilberto Pastana, o ex-prefeito de Imperatriz Jomar Fernandes, o grão mestre adjunto da grande loja do Estado do Maranhão João Dantas, o presidente do Sindicato Rural de Imperatriz Karlo Marques, o presidente da Associação de Moradores do Bairro do Bacuri Ari Santos, o vice-presidente da Associação de Imprensa da Região Tocantina Ozias Pânfilo e o repórter fotográfico José Vasconcelos criador do selo.
Na reunião ordinária do Comitê Central realizada na noite desta segunda-feira, 17, outros membros do comitê também obliteraram o selo.
A partir de agora o Comitê Central fará uma campanha para incentivar o povo dos 49 municípios a usar o selo no envio de cartas, como forma de divulgar o projeto de criação do novo Estado.

13 de dezembro de 2007

Conheça o Comitê Central


Criado no dia 15 de novembro de 2000 o Comitê Central pró-criação do Estado do Maranhão é uma instituição que reúne representantes de diversas entidades da sociedade civil organizada, entre elas, Diocese de Imperatriz, Maçonaria, OAB, Associação Médica, Associações de Moradores, Sindicatos, Igrejas Evangélicas, Associação de Pastores e etc.
O Comitê Central é presidido por Fernando Teles Antunes (Foto) e tem como objetivo fomentar a discussão pela criação do novo estado mobilizando a população dos 49 municípios que integram o projeto.
A cada segunda - feira o Comitê se encontra em reunião ordinária às 19Hs30 em sua sede localizada no edifício Telma Antunes, sala 121, a rua Pará, 616 - centro próximo ao Hotel Schalom.
Qualquer instituição pode fazer parte do Comitê Central, para tanto basta participar das reuniões.
Para articular a luta pela criação do novo estado, é articulada em cada um dos 49 municípios a criação de comitês locais que estão diretamente ligados ao Comitê Central.

Comitê lança selo postal do Maranhão Sul

O Comitê Central pró-criação do Estado do Maranhão do Sul lança neste sábado, 15, o selo postal alusivo aos 07 anos de história da instituição que fomenta a divisão do Estado. O objetivo do selo, além de celebrar a história do Comitê é divulgar os projetos que sugerem um plebiscito para que o povo do Maranhão decida sobre a divisão do Estado.
O selo postal será lançado durante um almoço no Schalom Haras Club, no povoado Lagoa Verde.
O presidente do Comitê Central, Fernando Antunes, disse que o desejo do comitê é que as pessoas usem o selo para divulgar o Maranhão do Sul, enviando cartas, mas ressalta que muita gente vai guardá-lo como parte da história do movimento que se transformou no mais forte ideal do povo sul maranhense.
Para a solenidade de lançamento o Comitê Central convidará autoridades políticas, religiosas, diretores dos Correios e representações de todos os movimentos sociais. Também participarão representantes de todos os comitês pró-Maranhão do Sul espalhados pelos 49 municípios que integram o projeto do novo estado. O selo será vendido e os interessados podem adquiri-los durante o almoço.

Aprovada proibição do corte da palmeira de babaçu

A Comissão da Amazônia, Integração Nacional e de Desenvolvimento Regional, da Câmara dos Deputados, aprovou nesta quarta-feira (12) a proibição da derrubada de palmeiras de babaçu no Maranhão, Piauí, Tocantins, Mato Grosso e em Goiás. A votação seguiu o parecer do relator, deputado Lira Maia (DEM-PA).

Lira Maia acrescentou algumas emendas ao substitutivo, entre elas uma que exclui o Pará das medidas previstas, "uma vez que a área principal de ocorrência da palmeira são os estados do Maranhão, do Piauí e do Tocantins".

A proposta permite a derrubada de babaçu apenas em alguns casos: quando as áreas forem destinadas a obras de interesse social, desde que as comunidades envolvidas sejam consultadas; e quando a derrubada tiver como objetivo aumentar a reprodução da palmeira, desde que seja autorizada pelo poder público após apresentação de relatório de impacto ambiental.

O texto também permite o desbaste dos babaçuais em propriedades onde se desenvolvam atividades agropecuárias, mas determina que sejam sacrificadas, prioritariamente, as palmeiras improdutivas, e proíbe o uso de herbicidas no processo de derrubada.

O desbaste ainda será permitido quando as palmeiras estiverem localizadas em imóvel de até um módulo rural cultivado em regime de agricultura familiar, respeitando o espaçamento mínimo de oito metros entre cada palmeira restante.

Punições

O substitutivo da Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável mantém as sanções previstas na Lei de Crimes Ambientais (Lei 6.905/98) para os infratores, independentemente da obrigação de reparação do dano causado. Por essa lei, quem cortar ou transformar madeira de lei em carvão será punido com reclusão de um a dois anos. Já quem comprar madeira ou carvão sem exigir a licença do vendedor será punido com detenção de seis meses a um ano.

O pagamento da multa terá como base o número de palmeiras derrubadas. De acordo com a proposta, o produto da arrecadação das multas será usado na recuperação de áreas de babaçuais e em políticas públicas dirigidas às comunidades de quebradeiras de coco.

Conscientização

O relator ainda acrescentou um artigo ao projeto, com várias obrigações ao poder público. Entre elas, estão a conscientização da população para a defesa e conservação dos babaçuais; o incremento do processamento do óleo do babaçu nos estados onde é extraído; o estímulo à inserção do babaçu na produção de biocombustível; e o estímulo ao desenvolvimento de tecnologias sustentáveis que tragam melhores condições de trabalho para as quebradeiras de coco.

Os parlamentares estimam que existam entre 300 e 400 mil quebradeiras de coco de babaçu no País e 1 milhão de pessoas ligadas direta ou indiretamente à sua cadeia produtiva. No entanto, apesar de sua importância social e econômica, os babaçuais estão sendo devastados pela expansão agropecuária, reflorestamentos e projetos de produção de carvão madeireiro.

Tramitação

O projeto ainda será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.